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Delegados Federais participam de mais um ato contra a reforma da Previdência

Os manifestantes espalharam cruzes e caixões no gramado defronte o parlamento, que simbolizam os policiais que morrerão antes de se aposentarem, caso o texto inicial da PEC seja mantido.

Policiais de todo o Brasil se reuniram, na terça-feira (18), em frente ao Congresso Nacional, para mais um ato contra a Proposta de Emenda à Constituição que prevê a reforma da Previdência Social (PEC 287/2016). O texto original do governo não reconhece a atividade de risco dos policiais e, na prática, acaba com a aposentadoria policial.

O manifesto foi convocado pela União dos Policiais do Brasil (UPB) e contou com diversos Delegados Federais e Diretores da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) – entidade afiliada ao FONACATE.

Os manifestantes espalharam cruzes e caixões no gramado defronte o parlamento, que simbolizam os policiais que morrerão antes de se aposentarem, caso o texto inicial da PEC seja mantido.

“Hoje, nós estamos lutando pela manutenção da dignidade profissional do policial brasileiro e das polícias investigativas do Brasil”, declarou a Delegada Federal aposentada Creusa de Castro Camelier. “Este governo tem que olhar para nós com os olhos da sociedade, que está aplaudindo, neste momento, todos os resultados da polícia investigativa da União”.

Após o intenso trabalho das entidades representativas das carreiras policiais, o governo já aceitou algumas alterações no texto, como a redução da idade mínima para aposentadoria. Já a atividade de risco dos policiais continua entre as medidas da reforma.

O Diretor de Prerrogativas da ADPF, Edvandir Paiva, afirma que o substitutivo do governo, apesar dos recuos, ainda não está adequado. De acordo com ele, a recente decisão do Supremo Tribunal Federal que não reconheceu o direito à greve dos policiais é um indicativo de que as categorias necessitam de um tratamento diferenciado. “Então, nós continuamos nossa luta”.

Proteção da sociedade
Uma das principais razões do ato dos policiais contra a reforma da Previdência é a preocupação de que ela cause prejuízos ao cidadão comum. Ao retardar a idade mínima para aposentadoria policial, a PEC 287 de 2016 fará com que uma polícia mais envelhecida chegue às ruas.

Fonte: http://www.fonacate.org.br/v2/?go=noticias&id=1933

“É difícil que um policial muito velho assuma uma atividade de risco”, ponderou o Delegado Federal aposentado Alberto Lasserre, também presente ao ato em frente ao Congresso Nacional.

 

Para o Delegado Federal aposentado Getúlio Bezerra dos Santos, a luta dos policiais pela manutenção dos direitos é necessária porque as providências da PEC acabam por afetar a própria segurança pública. “Precisamos de uma maior mobilização e de maior empenho de todos”.

 

De acordo com as lideranças policiais presentes ao ato, a defesa da aposentadoria policial é fundamental, porque, sem uma polícia em condições adequadas, o próprio Estado de Direito fica comprometido. “O policial é a última barreira da civilização. O policial é a proteção da população contra a barbárie”.

Mesmo com mudanças, governo ainda não tem votos para aprovar reforma da Previdência, indica pesquisa

Com o aval do Palácio do Planalto e do Ministério da Fazenda, o relator da reforma da Previdência ainda negocia mudanças no texto para diminuir a resistência dos parlamentares à proposta enviada pelo governo ao Congresso Nacional. Mesmo com as alterações, porém, o cenário é adverso: se a votação em plenário fosse hoje, o governo não teria os 308 votos exigidos para aprovar a PEC 287/2016. É o que revela o Radar da Previdência, pesquisa realizada pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), que ouviu até o momento 387 dos 513 deputados.

Somando-se os parlamentares ainda não abordados, os indecisos, os que não quiseram opinar e os que declararam voto favorável, a conta chega a 287 parlamentares – ou seja, 21 a menos que o exigido para a aprovação de uma emenda constitucional. Em outras palavras, para fazer valer a sua vontade, o presidente Michel Temer terá de reverter votos entre os 220 deputados que já se declararam contrários à reforma.

Até agora, apenas 21 dos parlamentares entrevistados assumiram que votarão a favor da proposta do Planalto. Deles, somente o peemedebista Lelo Coimbra (ES) autorizou a divulgação de seu nome pelo Radar da Previdência. Os 20 demais pediram anonimato, com receio da reação de seu eleitorado. Já entre os que adiantaram que vão votar contra a reforma, só 71 aceitaram ter seu nome publicado.

Veja o placar e saiba quais deputados já se posicionaram em relação à reforma da Previdência

Para o presidente da Fenafisco, Charles Alcantara, o baixo número de parlamentares que aceitam abrir seu voto com antecedência ao eleitor mostra que a sociedade precisa ficar atenta às articulações nos bastidores do Congresso.

“Matematicamente, hoje o governo não tem votos para aprovar a reforma. Mas essa é uma questão política. O elevado número de deputados que não autorizam a divulgação de seu nome é sinal de que muitos estão esperando para pular de um lado para o outro. Mas a sociedade do lado de cá está se mobilizando, fazendo pressão legitima e democrática sobre os eleitos. E isso está produzindo efeito”, disse Charles ao Congresso em Foco.

A pesquisa da Fenafisco continua em campo, com o objetivo de abordar todos os 513 deputados. O eleitor pode ajudar a entidade a pressionar os parlamentares a revelarem o seu voto, enviando mensagens a cada gabinete (clique aqui). A entidade vai divulgar, no próximo dia 28, em um painel de led a intenção de voto declarada por cada deputado. Nessa data está prevista a realização de uma grande greve nacional, convocada por diversas centrais sindicais.

“Nenhum deputado pode esconder sua posição do eleitor. Isso é inaceitável em uma democracia. O propósito do Radar é jogar luz nessa penumbra para que eles assumam o ônus e o bônus de suas posições”, cobra Charles. “O deputado que ficar com o governo terá seu bônus, com liberação de emendas e nomeação de cargos, mas terá também ônus: ele corre risco de não voltar em 2018. Essa é uma decisão do eleitor”, exemplifica.

A reunião da comissão especial para discutir o parecer do relator está prevista para esta quarta-feira (19) no plenário 2 da Câmara. O novo relatório da PEC da reforma será discutido e votado na comissão. Os deputados podem, no entanto, pedir para votar em separado algumas das 130 emendas apresentadas e que não tenham sido acolhidas pelo relator. A previsão é que a votação pelo colegiado só ocorra na próxima semana.

Radar faz parte da campanha lançada pela Fenafisco contra a reforma da Previdência. A entidade representa mais de 30 sindicatos em todo o país e cerca de 35 mil servidores fiscais tributários estaduais e distritais. Com o lema “O voto é deles. O poder é do povo”, a campanha pretende esclarecer a população sobre a posição dos deputados em relação à reforma da Previdência

Fonte: http://www.fonacate.org.br/v2/?go=noticias&id=1930

ANFIP promove reunião técnica sobre atual modelo de projeções previdenciárias

O vice-presidente de Assuntos da Seguridade Social da ANFIP, Décio Bruno Lopes, e Floriano José Martins, da Estadual catarinense (Acafip), participaram nesta segunda-feira (17) de reunião técnica para debater o modelo atuarial de projeções e avaliações previdenciárias. O encontro aconteceu na sede da Associação, em Brasília.

Dentre os assuntos tratados, foram discutidos o estudo de um novo modelo de projeções previdenciárias e as inconsistências do atual modelo de projeção da Previdência, além do impacto que este tem nas mudanças propostas pela PEC 287/16.

Também participaram da reunião a economista Denise Lobato Gentil, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Claudio Alberto Castelo Branco Puty, da Universidade Federal do Pará (UFPA), Solon Venâncio de Carvalho, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, além de representantes da Fundação ANFIP de Estudos da Seguridade Social e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Fonte: http://www.anfip.org.br/noticia.php?id_noticia=21652

Em ato público contra a PEC 287, presidente do Fonacate conclama carreiras a intensificaram luta

A Fenafisco lançou o “Radar da Previdência”. A ferramenta traz uma pesquisa com o posicionamento dos deputados em relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016.

Intensificar a luta contra o desmonte da Previdência Social. Essa foi a tônica do discurso de Rudinei Marques, presidente do Fonacate e do Unacon Sindical, no ato público contra a PEC 287, realizado nesta quarta-feira (12). O evento, promovido pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), reuniu servidores, lideranças sindicais e parlamentares no auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados.

Marques parabenizou a iniciativa da Fenafisco e destacou o trabalho “incessante das entidades afiliadas ao Fonacate nestes quatro meses de luta”. Para ele, o momento é decisivo, por isso é preciso impulsionar a mobilização.  “Na próxima semana sai o relatório, temos que nos rearticular, mobilizar, ir às ruas e reverter esse jogo”, afirmou.

Para concluir, o presidente conclamou os trabalhadores para unirem forças e participarem da greve geral do dia 28. “Amanhã nossa convocação para greve geral começa a ser veiculada no rádio. O trabalhador não vai pagar a conta da corrupção. É isso que eles querem no momento em que desviam recursos, que poderiam estar induzindo o desenvolvimento, e tentam subtrair direitos dos trabalhadores utilizando como pretexto uma crise temporária, quando sabemos que por trás dessa reforma estão interesses do mercado financeiro. ”

A deputada Erika Kokay (PT/DF) indagou aos presentes o que reserva o futuro, em caso de aprovação da reforma da Previdência nos termos propostos. “Esta medida significa submeter o país aos interesses dos rentistas”, observou. O deputado Pompeo de Mattos (PDT/RS) reforçou a ponderação da parlamentar. “Um governo covarde é aquele que defende o capital financeiro e deixa de assistir à sua própria população”, argumentou.

Kokay também enfatizou a importância do enrijecimento das mobilizações em todo o país. “A voz da classe trabalhadora está ecoando nesta Casa”, encerrou, conclamando a continuidade das lutas unificadas.

O discurso em apoio às diversas manifestações foi endossado pelo deputado Alessandro Molon (Rede/RJ). “O país, pouco a pouco, está acordando para o fato de que a PEC287 é uma proposta cruel, injusta e desumana e tende a criar um Brasil mais desigual. Devemos sim discutir Previdência, mas de modo a aperfeiçoar nossos mecanismos”, concluiu.

RADAR DA PREVIDÊNCIA

Durante o evento, a Fenafisco lançou o “Radar da Previdência”. A ferramenta traz uma pesquisa com o posicionamento dos deputados em relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287. Dos 249 parlamentares abordados, 151 afirmaram ser contra a reforma da Previdência nos moldes da PEC 287.

Acompanhe a atualização da pesquisa no portal radardaprevidencia.fenafisco.org.br e cobre o posicionamento do seu parlamentar.

Fonte: http://www.fonacate.org.br/v2/?go=noticias&id=1924

Elesbão defende suspensão da Comissão Especial até conclusão da CPI da Previdência

O presidente do Sindilegis, Petrus Elesbão, defendeu a imediata suspensão dos trabalhos da Comissão Especial sobre a PEC 287/16 (reforma da Previdência) até a conclusão dos relatórios da Comissão Parlamentar de Inquérito no Senado, que tem previsão de ser instalada ainda este mês. O discurso ocorreu na tarde dessa segunda-feira (10), durante seminário da Liderança do PCdoB sobre a reforma da Previdência.

“Não há sentido continuar o andamento de qualquer Comissão sobre esse assunto até que a CPI apresente uma definição. Nesse momento, o Sindilegis está atuando para que os trabalhos sobre a reforma da Previdência sejam interrompidos”, declarou o presidente.

O seminário sobre a reforma da Previdência contou com a presença de diversos parlamentares e especialistas sobre o tema. O objetivo do evento foi ampliar os debates e reforçar a resistência às propostas do governo de Michel Temer.

De acordo com a líder do PC do B, Deputada Alice Portugal (BA), o foco do governo é forçar a população a aderir a um modelo falido de Previdência. “Eles querem que as pessoas desistam da Previdência e apostem nos modelos privados, já usados – e que fracassaram – no passado. De novo, esse governo tenta levar as pessoas aos bancos para que a Previdência Social quebre”, declarou.

Na avaliação da Deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), há uma manobra a fim de enganar as pessoas. “Mesmo com os recuos que o governo anuncia, não sabemos o que fica na reforma da Previdência. Mas o mais cruel não muda: os 25 anos de contribuição”, declarou.

O Deputado Chico Lopes (PCdoB/CE), grande defensor dos brasileiros nessa batalha contra a reforma, disse que a luta deve ser permanente: “Nosso trabalho está surtindo efeito, o Governo já está recuando em muitos aspectos e vamos permanecer vigilantes e atuantes”.

Também estiveram presentes durante o seminário o economista André Calixtre, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); o economista e professor da Unicamp, Eduardo Fagnani; a líder do PCdoB no Senado, Vanessa Grazziotin (AM); o Deputado Davidson Magalhães, membro da Comissão Especial da reforma da Previdência; e o coordenador da Assessoria Técnica do PCdoB na Câmara, Flávio Tonelli Vaz.

Fonte: http://sindilegis.org.br/noticias/elesbao-defende-suspensao-da-comissao-especial-atac-conclusao-da-cpi-da-previdancia/1339

Educação Fiscal integra nova versão da Base Nacional Comum Curricular

Programa Nacional de Educação Fiscal (Pnef), a Escola de Administração Fazendária (Esaf), entre outros órgãos governamentais e entidades parceiras do programa, entre elas a Febrafite, conquistaram uma importante vitória na última semana.

Na quinta-feira, dia 06, foi divulgada pelo Ministério da Educação a terceira versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino infantil e do fundamental, onde estabelece conteúdos e competência essenciais, isto é, o que todo o estudante deve saber na educação básica, constando a educação fiscal como um dos temas transversais a ser trabalhado em todas as disciplinas obrigatórias.

Na solenidade de entrega da Base ao Conselho Nacional de Educação (CNE), que realizará audiências dentro do CNE com vistas à homologação,  o ministro da Educação, Mendonça Filho, manifestou que “os currículos devem estar absolutamente sintonizados com a nova BNCC, cumprindo as diretrizes gerais que consagram as etapas de aprendizagem que devem ser seguidas por todas as escolas”.

A previsão é que o CNE conclua a avaliação do documento até meados do segundo semestre deste ano. Uma vez aprovada pelo conselho e homologada pelo MEC, a BNCC será referência obrigatória nos currículos das 190 mil escolas públicas e particulares do país.

A inclusão da educação fiscal na BCNN foi fruto, especialmente, do trabalho do Programa Nacional de Educação Fiscal, coordenado pela servidora Fabiana Feijó de Oliveira Baptistucci e sua equipe, sob a coordenação-geral da Escola de Administração Fazendária (Esaf).  Para ela, a inclusão da educação fiscal ao lado de outros temas contemporâneos, que deverão ser trabalhos de forma transversal, como saúde, vida familiar, educação para o consumo, ciência, tecnologia, preservação do meio ambiente, diversidade cultural e educação financeira, representam uma importante conquista para todos os gestores do programa.  “São temas que afetam diretamente a vida do estudante e da comunidade de forma local, regional e global. Estamos muito felizes e ainda mais motivados para avançarmos em outras ações e defesas do programa”.

Para Lirando de Azevedo Jacundá,  primeiro vice-presidente da Febrafite e também coordenador-geral do Prêmio Nacional de Educação Fiscal, uma ação da Federação que desde 2012 premia e valoriza os melhores projetos de educação fiscal anualmente, a inclusão da educação fiscal na base vai beneficiar a todos, especialmente os estudantes envolvidos diretamente nos milhares de projetos que atuam com a temática em todo o País.

“Tenho certeza que as futuras gerações serão beneficiadas com a medida.  Para nós, que defendemos essa  bandeira, temos muito a comemorar, mas principalmente devemos continuar a desfraldar o país afora com essa marcha cidadã. Estamos todos de parabéns porque o Brasil só tem a ganhar com a educação fiscal”, analisa Jacundá.

Diretrizes
A BNCC entrará nas salas de aula por meio dos currículos, sendo de dois anos o prazo de implementação. A Base, porém, não é currículo: ela dá o rumo e indica aonde se quer chegar. Mas são os currículos que definem os caminhos, ou seja, o método de ensino, os materiais didáticos e o formato das avaliações.

Estados, municípios e o Distrito Federal manterão sua autonomia, o que significa que poderão acrescentar conteúdos e competências. A Base não é camisa de força: longe disso, estimula a contextualização e a diversificação regional. O Brasil terá uma Base e muitos currículos.

Próximos passos
A partir de agora, a Base passará por um processo de avaliação dentro do Conselho Nacional de Educação (CNE) que não está fechado apenas às contribuições dos conselheiros.

Cesar Callegari, presidente da comissão que vai discutir a Base no Conselho Nacional de Educação, informou durante a entrega do documento que a comissão concordou em realizar cinco audiências públicas, uma em cada região do Brasil. “A primeira em 7 de junho, em Manaus. A última em setembro, em Brasília”, diz ele.

Durante as audiências, a população em geral poderá ser ouvida, assim como especialistas e o próprio MEC, que será convidado a defender e fundamentar as decisões tomadas durante a elaboração da terceira versão.

A gerente nacional do PNEF, Fabiana Baptistucci, está otimista sobre a posição CNE quanto à qualidade desta versão da base e, agora, já trabalha para a realização do próximo desafio: inserir a educação fiscal também na base do Ensino Médio.

Acesse  a apresentação da BNCC ao CNE e clique no link para ler a terceira versão da BNCC:  http://basenacionalcomum.mec.gov.br/a-base 

Saiba mais sobre o Prêmio Nacional de Educação Fiscal no link www.premioeducacaofiscal.com.br

Fonte: http://www.febrafite.org.br/educacao-fiscal-integra-nova-versao-da-base-nacional-comum-curricular/

Ampliada da Fenajufe repudia a ataques à liberdade de expressão

Entidades filiadas justificam em nota que expressar-se é direito fundamental de qualquer indivíduo

Durante Reunião Ampliada da Fenajufe, realizada neste sábado (8/4), em Brasília, servidores do Judiciário Federal e do Ministério Público da União aprovaram nota de repúdio contra ataques à liberdade de expressão, perpetrados contra o ex-dirigente da Federação, Roberto Ponciano e o blogueiro Eduardo Guimarães.

A íntegra do texto você confere abaixo:

Fenajufe se manifesta contra ataques à liberdade de expressão


Considerando que a liberdade de expressão, consagrada na Constituição da República Federativa do Brasil, revela-se como direito fundamental de qualquer indivíduo manifestar livremente opiniões, ideias e pensamentos pessoais sem medo de retaliação ou censura por parte dos poderes constituídos, de seus órgãos, ou de outros membros da sociedade;

Considerando que, se devidamente assegurada, a liberdade de expressão, sobretudo sobre política e questões públicas, contribui para o estabelecimento do mais amplo debate, esclarecimentos, críticas e serve de instrumento decisivo de controle do exercício do poder e das atividades administrativas governamentais, sendo, portanto, elemento indissociável do princípio democrático;

Considerando o caso do blogueiro Eduardo Guimarães, que além de estar sendo processado por ter feito críticas ao juiz Sérgio Moro, sofreu condução coercitiva para revelar suas fontes acerca de um suposto vazamento de informações envolvendo a Operação Lava Jato e que, mais recentemente, o servidor do Judiciário Federal, e ex-dirigente da Fenajufe e do Sisejufe/RJ, Roberto Ponciano, foi convocado a depor na Polícia Federal, em razão também de texto publicado no qual criticou o mesmo juiz, com o fim de prestar esclarecimentos acerca de possíveis práticas de “ameaça” e “incitação ao crime”, tipificações penais que não resistem a uma análise simples e imparcial do texto publicado;

Vem a Fenajufe a público, comprometido com a Constituição, com o Estado Democrático de Direito e com a justiça social, manifestar sua solidariedade aos referidos cidadãos e seu REPÚDIO a atos de autoridade direcionados a qualquer membro do corpo social e, em particular, aos militantes, jornalistas e sindicalistas, que importem na restrição ou supressão do direito constitucional à livre expressão, mormente em um cenário em que a sociedade encontra-se àvida por maiores debates que instrumentalizem mudanças sociopolítico-econômicas qualificadas, e que sejam idôneos a intensificar a união e a resistência à supressão/redução de direitos históricos incorporados ao patrimônio da classe trabalhadora, obstinadamente atacados pelo governo de plantão. 

Fonte: http://www.fenajufe.org.br/index.php/imprensa/ultimas-noticias/fenajufe/4657-reuniao-repudia-a-ataques-a-liberdade-de-expressao-e-contra-proibicao-de-greve-na-seguranca-pelo-stf

ANFIP participa de reunião estratégica do Mosap

A vice-presidente de Aposentadorias e Pensões da ANFIP, Misma Rosa Suhett, participou, nesta terça-feira (4), em Brasília, de reunião do Instituto Mosap (Movimento dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas) para debater a proposta de reforma da Previdência Social (PEC 287/16). Foram discutidas estratégias de marketing que serão apresentadas aos parlamentares para incentivá-los a votar contra a matéria.

Dentre as sugestões apresentadas, foram aprovadas a produção de cartilhas, panfletos informativos, divulgação em outdoors e inserções em rádio. O objetivo da iniciativa é conscientizar e explicar o que de fato será modificado, caso a proposta seja aprovada pelo Congresso Nacional, e os prejuízos aos trabalhares e aos servidores públicos.

A reunião foi coordenada pelo presidente, Edson Guilherme Haubert, e também contou com a presença do associado da ANFIP e conselheiro consultivo do Mosap, José Avelino da Silva Neto, além de vários dirigentes das demais entidades que integram o Instituto.

Fonte: http://www.anfip.org.br/noticia.php?id_noticia=21601

Policiais federais decidem entrar em estado de alerta contra PEC 287/16

Policiais federais decidiram, esta quarta-feira (05), entrar em estado de alerta como forma de protestar contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que trata da reforma da Previdência, atualmente em discussão na Câmara dos Deputados.

A decisão foi tomada após a realização de atos em frente às Superintendências da Polícia Federal em todo o país, com a participação de integrantes de todas as categorias que integram a instituição: Delegados, peritos, agentes, escrivães e papiloscopistas.

O presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), Carlos Eduardo Sobral, que participou da mobilização em Brasília, explica que, na prática, a PEC 287/2016 “põe em risco o justo tratamento previdenciário aos policiais”.

“A proposta retira da Constituição Federal a expressão ‘atividade de risco’, o que é um absurdo dado os riscos e desgastes sofridos pelo policial ao longo de sua carreira. Além disso, impõe ao policial que se aposente com no mínimo 65 anos, sendo que a expectativa de vida deste profissional varia entre 56 a 59 anos”, ressalta Sobral.

Os policiais federais consideram ainda realizar a entrega coletiva de armas caso o deputado federal Arthur Maia (PPS-BA), relator da PEC 287/2016, não contemple as emendas 66, 67 e 68, apresentadas pelo deputado João Campos (PRB-GO), que garantem ao policial o devido tratamento previdenciário.

A ADPF e outras categorias da Polícia Federal integram ainda a União dos Policiais do Brasil (UPB), que é composta por cerca de 30 entidades representativas do segmento da Segurança Pública, com objetivo de lutar contra a retirada do direito social do policial à aposentadoria, conforme proposto na PEC 287/2016.

Fonte: http://www.fonacate.org.br/v2/?go=noticias&id=1918

Deputados estaduais e autoridades nacionais prestigiam posse do Fisco RN

Em solenidade que contou com a participação de representantes das federações nacionais representantes do Fisco estadual, Febrafite e Fenafisco,  além de autoridades políticas do Rio Grande do Norte, a nova diretoria do Sindifern tomou posse na sexta-feira, dia 07/04, em Natal (RN).

Foram 37 auditores fiscais empossados, entre diretores, suplentes, delegados e conselheiros que passam a dirigir o Sindicato pelos próximos dois anos.

A carreira de Estado que tem a missão de arrecadar os recursos próprios para os cofres públicos, mostrou que pretende seguir unida em defesa dos direitos da categoria.

“Apesar de toda crise econômica que o país e o RN enfrentam, o Fisco conseguiu manter o trabalho de fiscalização e arrecadação em dia, até mesmo elevando a receita do Estado. Mas queremos e vamos cobrar que o Governo faça a parte dele. Não podemos aceitar esse atraso de salários há 14 meses; queremos a reposição salarial; vamos lutar contra o projeto da Reforma da Previdência local e nacional. E para isso, vamos precisar de uma categoria unida, pois juntos somos mais fortes. A eleição acabou, a disputa terminou desde sexta-feira, depois que anunciaram o resultado. O Fisco volta a ser uma categoria unificada”, destacou o presidente empossado, Fernando Freitas.

Os deputados Albert Dickson e Getúlio Rêgo, que estiveram presentes à posse, destacaram a atuação e a importância da administração tributária para o desenvolvimento do Estado. E colocaram os mandatos à disposição da categoria.

Já os presidentes da Federação Nacional dos Fiscos estaduais (Fenafisco), Charles Alcântara, e da Federação Brasileira das Associações Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), Roberto Kupski, anunciaram o apoio e a parceria das instituições nacionais ao fisco potiguar.

Saiba mais sobre o sindicato no link  http://sindifern.org.br/

Fonte: http://www.febrafite.org.br/deputados-estaduais-e-autoridades-nacionais-prestigiam-posse-do-fisco-rn/